Inicialmente dava pelo nome de Biblioteca Erudita.
Foi criado por Tito Larcher e inicialmente estava localizado em espaços precários.
Em 1928 mudou de instalações para as dependências da Sé e aí permaneceu até 1969. De Junho de 1970 até Junho de 1997 foi transferido para o edifício da Câmara Municipal de Leiria.
A 4 de Junho de 1997 foi novamente transferido para um edifício (construído de propósito para receber o arquivo) localizado na Rua Marcos de Portugal, na zona histórica de Leiria, local onde permanece até hoje.
Este arquivo foi criado por Decreto n.º 2550-J, de 3 de Agosto de 1916.
Em 1965, por Decreto-Lei n.º 46350, de 22 de Maio, foi alterado o nome para Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Leiria.
A sua função é preservar e valorizar o património histórico da região. Por Portaria n.º 372/2007 de 30 de Março passa a desempenhar funções como proceder ao diagnóstico do estado físico da documentação e certificar a efectuação das políticas de preservação e conservação determinadas pela DGARQ, assegurar o tratamento arquivístico da documentação e proceder à elaboração dos instrumentos de descrição e pesquisa, garantir o préstimo de serviços de consulta, de reprodução, de certificação e de pesquisa, divulgar o património arquivístico, prestar apoio técnico, preservar, conservar e restaurar o património arquivístico.
O horário de requisição de documentos é: de manhã até às 12h00 e à tarde até às 17h00.
O acesso ao Arquivo Distrital de Leiria é livre para as pessoas devidamente identificadas.
Para aceder à sala de leitura, os utentes devem deixar as pastas, malas, sacos, caixas, máquinas fotográficas, entre outros objectos, na recepção. É feito um controlo de entrada e saída do utente. Na Sala de Leitura o leitor preenche a requisição e pode consultar os IDD’s (Instrumentos de Descrição Documental).
A documentação pode ser requisitada por um período de 5 dias (máximo de 3 livros, ou 3 processos ou 1 caixa de documentos).
O Arquivo Distrital de Leiria é constituído por: fundos arquivísticos e colecções. Os fundos existentes no Arquivo são: administração central, administração central desconcentrada, administração local, Confrarias e Irmandades, Diocesianos, Monásticos, Judiciais, Notariais (Cartórios notariais: Alcobaça [1630-1974], Alvaiázere[ 1749-1974], Ansião [1638-1970], Batalha [1596-1964], Bombarral [1877-1978], Caldas da Rainha [1651-1974], Castanheira de Pera [1915-1965], Figueiró dos Vinhos [1596-1967], Leiria [1580-1974], Marinha Grande [1885-1974], Nazaré [1646-1967], Óbidos [1525-1939], Pedrogão Grande [1587-1958], Peniche[1812-1969], Pombal [1626-1970], Porto de Mós [1687-1974] ), Paroquiais, Empresas, Famílias, Pessoas Singulares, Associações, Colecções. Os instrumentos de acesso de que temos conhecimento são: inventários e índices em suporte informático e impresso.
Foi criado por Tito Larcher e inicialmente estava localizado em espaços precários.
Em 1928 mudou de instalações para as dependências da Sé e aí permaneceu até 1969. De Junho de 1970 até Junho de 1997 foi transferido para o edifício da Câmara Municipal de Leiria.
A 4 de Junho de 1997 foi novamente transferido para um edifício (construído de propósito para receber o arquivo) localizado na Rua Marcos de Portugal, na zona histórica de Leiria, local onde permanece até hoje.
Este arquivo foi criado por Decreto n.º 2550-J, de 3 de Agosto de 1916.
Em 1965, por Decreto-Lei n.º 46350, de 22 de Maio, foi alterado o nome para Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Leiria.
A sua função é preservar e valorizar o património histórico da região.
Por Portaria n.º 372/2007 de 30 de Março passa a desempenhar funções como proceder ao diagnóstico do estado físico da documentação e certificar a efectuação das políticas de preservação e conservação determinadas pela DGARQ, assegurar o tratamento arquivístico da documentação e proceder à elaboração dos instrumentos de descrição e pesquisa, garantir o préstimo de serviços de consulta, de reprodução, de certificação e de pesquisa, divulgar o património arquivístico, prestar apoio técnico, preservar, conservar e restaurar o património arquivístico.
O horário de requisição de documentos é: de manhã até às 12h00 e à tarde até às 17h00.
O acesso ao Arquivo Distrital de Leiria é livre para as pessoas devidamente identificadas.
Para aceder à sala de leitura, os utentes devem deixar as pastas, malas, sacos, caixas, máquinas fotográficas, entre outros objectos, na recepção. É feito um controlo de entrada e saída do utente. Na Sala de Leitura o leitor preenche a requisição e pode consultar os IDD’s (Instrumentos de Descrição Documental).
A documentação pode ser requisitada por um período de 5 dias (máximo de 3 livros, ou 3 processos ou 1 caixa de documentos).
O Arquivo Distrital de Leiria é constituído por: fundos arquivísticos e colecções.
Os fundos existentes no Arquivo são: administração central, administração central desconcentrada, administração local, Confrarias e Irmandades, Diocesianos, Monásticos, Judiciais, Notariais (Cartórios notariais: Alcobaça [1630-1974], Alvaiázere[ 1749-1974], Ansião [1638-1970], Batalha [1596-1964], Bombarral [1877-1978], Caldas da Rainha [1651-1974], Castanheira de Pera [1915-1965], Figueiró dos Vinhos [1596-1967], Leiria [1580-1974], Marinha Grande [1885-1974], Nazaré [1646-1967], Óbidos [1525-1939], Pedrogão Grande [1587-1958], Peniche[1812-1969], Pombal [1626-1970], Porto de Mós [1687-1974] ), Paroquiais, Empresas, Famílias, Pessoas Singulares, Associações, Colecções.
Os instrumentos de acesso de que temos conhecimento são: inventários e índices em suporte informático e impresso.